Fazer sexo em locais públicos é um fetiche que os praticantes do dogging levam à sério
Por: Beatriz Sampaio
O termo em inglês "dogging" remete ao passeio de um cachorro, mas na verdade ele é usado para nomear uma prática arriscada e excitante: o sexo em lugares públicos, como estacionamentos, parques e avenidas mal iluminadas.
Apesar de a prática envolver a troca de casais e o sexo grupal, o barato dos doggers é o exibicionismo, é transar sabendo que estranhos observam tudo de perto, muito perto. Por isso, é uma prática que aceita bem solteiros, os "gaviões", que ficam à espreita esperando um casal chamar. Mulheres solteiras também podem participar tranquilamente.
O dogging começa ao escurecer e vai até a meia noite, mais ou menos, e existem locais já sabidos pelos doggers. Muitos encontros são marcados pela internet, mas o fervo também rola na hora, com desconhecidos que se aproximam aos sinais.
Paloma, dogger há 2 anos, comenta que existem algumas regras seguidas pelos praticantes:
- O público não participa de nada, a não ser após ser convidado.
- Respeitar o casal que está se divertindo, sem gerar aglomerações que podem atrair a polícia.
- Jamais seguir o carro de um casal sem ser convidado.
- Aceitar quando um casal não escolhe você como companhia.
- Apesar do exibicionismo ser a palavra de ordem, exageros vão acabar chamando a atenção de pedestres que não estão ali para isso ou até da polícia. É bom agir com o máximo de discrição possível.
E é sempre bom lembrar: use camisinha, sempre, mas principalmente se você e sua parceira são adeptos de sexo com outros parceiros e desconhecidos. No mais, curta a diversão!





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